segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Nova Enquete

O blog encerrou a última enquete que perguntava: Qual a música que você mais gosta do Reckoning? A música vencedora foi Harborcoat.

A próxima enquete decidirá qual a próxima música rara que o R.E.M. já tocou em shows ao vivo que o blog vai disponibilizar para download. A votação se encerra no final de setembro seguida imediatamente da disponibilização do link. A ideia é fazer essa enquete todo mês, então se vocês quiserem alguma música (que não seja oficial), deixe sua mensagem que na próxima enquete ela será incluída na votação.

Vamos as opções desse mês então:
1. We don´t need another hero (ao vivo)
2. Sweet Home Alabama (ao vivo)
3. The lion sleeps tonight (ao vivo)
4. The last day of our acquaintance (ao vivo)
5. Hippy Hippy Shake (ao vivo).

até mais!!!!

R.E.M. HQ news - notícias oficiais traduzidas

THIS IS NOT A ROUNDUP

notícia traduzida do site

I´ve been high é a última faixa que foi adicionada no remdublin.com. A faixa está disponível na seção Songs junto com Driver 8 e Second Guessing. Escute.

Myspace.com incluiu um vídeo exclusívo de Drive do Live at the Olympia hoje; você pode ir aqui para assistir e deixar seus comentários.

Falando sobre Dublin, se você não notou, dê uma olhada na imagem que acompanha o artigo acima. É a capa de trás e lista de músicas do R.E.M. Live at the Olympia feito por ninguém menos que Michael e Chris Bilheimer. Fique ligado no remdublin.com para mais vídeos e músicas que serão adicionados nas semanas seguintes.

Peter cai na estrada com The Baseball Project

Peter, Scott McCaughey, Steve Wynn e Linda Pitmon estão em turnê em três bandas em uma pelos Estados Unidos e Canadá nesse outono. The Baseball Project, The Minus Five, e the Steve Wynn IV farão um show grátis no Lake Arrowhead, California essa noite e depois shows em Los Angeles e São Francisco essa semana. Iremos acompanhar a turnê graças ao blog do Steve Wynn, então fique ligado para ler histórias e ver fotos. Para ler a entrevista do Steve aqui no remhq clique aqui. * (essa entrevista já foi traduzida também, veja post abaixo).

R.E.M. Ajuda o New Orleans Musicians Relief Fund

É impossível pensar na cidade de New Orleans sem sua comunidade musical, sua marca característica. Fundado horas após o furacão Katrina ter inundado a cidade, o fundo de ajuda aos músicos de New Orleans forneceu casas, móveis, transportes, instrumentos e tudo o mais possível para ajudar aqueles que ainda lutam para reconstruir suas vidas após o Katrina. O fundo de ajuda foi criado em Internet cafes e salas FEMA pelos músicos Jeff Beninato e sua esposa Karen e tem sido auxiliado por voluntários e amigos da comunidade musical de New Orleans incluindo Wilco, R.E.M. e Dr. John.

Como você pode ajudar

O fundo de ajuda lançou um CD digital disponível por U$4,99 para ajudar em programas assistenciais. Esse ano o relançamento terá o nome ReDefine 8/29, e será lançado em 29 de agosto o download terá 6 faixas: Dr. John, Dream Warrior; Ian Hunter, When the World was Round; REM, liveSouth Central Rain; Peter Holsapple, Chris Stamey and Branford Marsalis,Begin Again; Dave Pirner, Start Treating People Right; and the late Barry Cowsill, Kid. A revista Rolling Stone avaliou o ReDefine 8/29 como quatro estrelas. Compre aqui.

O fundo também está promovendo um leilão no Ebay para ajudar seus programas. Além da edição do aniversário de 40 anos da Fender Stratocaster assinada por músicos como Little Steven existem alguns itens do R.E.M., The Bangles e mais, junto com duas fotos do Curtis Knapp Andy Warhol. O leilão no ebay acaba no dia 29 de agosto.

R.E.M. na mídia essa semana:

The One I Love

Rolling Stone

Factorytwentyfive

Christopher O'Riley

Limewire.com

Stereogum.com

Thevinylvillain

Altamente Recomendado:

NY Times

Traduzido por PauloEdu.

domingo, 30 de agosto de 2009

R.E.M. HQ news - notícias oficiais traduzidas

ON THE EVE OF THE BASEBALL PROJECT'S TOUR, WE TALK TO STEVE WYNN

notícia traduzida do site

NA VÉSPERA DA TURNÊ DO THE BASEBALL PROJECT, CONVERSAMOS COM STEVE WYNN

Peter, Scott McCaughey, Linda Pitmon e Steve Wynn acabaram de embarcar em uma extensa turnê nos Estados Unidos e Canadá que passará do Noroeste do Pacífico até o Sudeste em 22 datas. Os quatro tocaram como três bandas diferentes: The Minus Five, The Baseball Project e Steve Wynn IV. Promete ser uma turnê fantástica.

REMHQ teve a chance de conversar com Steve Wynn enquanto a banda deu uma passada por Portland até o Lake Arrowhead para o show de hoje a noite.

REMHQ: Steve, obrigado por falar conosco já que você está ocupado ensaiando. Onde vocês estão no momento e qual a expectativa enquanto vocês se aprontam para cair na estrada por dois meses?

SW: Estamos percorrendo através de Oregon, tendo acabado de passar por um parque chamado The Enchanted Forest. Ouvi que é um assustador e surreal destaque da cultura off-road mas não temos tempo para isso hoje. Temos uma longa viagem até Lake Arrowhead onde tocaremos amanhã. Tivemos nosso primeiro show ontem em Portland e foi uma benção. O repertório alternou músicas entre The Baseball Project, Minus 5, Dream Syndicate, Young Fresh Fellows e minhas músicas solo e já pode-se sentir que é um show integrado. A semana em que aprendemos 50 músicas no estúdio em um porão valeu a pena.

O iPod do Peter é nossa trilha sonora, the Fifth Dimension é uma benção dos oradores e até as 11 da manhã parece uma boa festa de estrada. Espero um interessante e indígena ponto de parada nos planos num futuro próximo.

REMHQ: Você pode nos falar um pouco sobre como o The Baseball Project foi formado?

SW: A ideia do The Baseball Project começou na noite anterior em que o R.E.M. foi eleito para o Rock and Roll Hall of Fame. Todos nos conhecemos há anos mas não tinha ideia que o Scott, assim como eu era um grande fã de baseball. Ambos já tínhamos pensado em fazer um disco sobre baseball então fez sentido que fizessemos um juntos. Começamos trocando demos por correspondência e fomos a um estúdio alguns meses depois. Peter e Linda ficaram ansiosos em participar e o disco surgiu muito rapidamente - acho que desde o início da ideia até que tocamos "Past Time" no David Letterman durou menos que um ano.

REMHQ: A turnê terá três bandas: The Minus Five, The Baseball Project, e The Steve Wynn IV. Essa turnê é diferente de outras pois vocês três farão parte das três bandas. Pode ser algo inédito mas talvez esteja errado. Sem revelar muito, o que os fãs podem esperar desses shows?

SW: Decidimos não quebrar o show em três setlists diferentes. Parece mais divertido tocarmos como uma grande banda com um vasto e diversificado conjunto de músicas. Já temos 50 músicas e aposto que acrescentaremos mais a essa lista a cada noite, então, penso que cada show será diferente. Estamos curtindo muito e temos muitas músicas, expectativas, histórias e piadas ruins para nos conectarmos nessas seis semanas.

REMHQ: Peter mencionou que da última vez em que vocês fizeram uma turnê juntos foi em 1984 quando o Dream Syndicate tocou junto com o R.E.M. (Peter tocou no segundo disco solo do Steve lançado em 1992, Dazzling Display), então faz 25 anos desde a última vez que tocaram juntos. Como se sente trabalhando juntos novamente?

SW: É ótimo. Peter e eu nos conhecemos em São Francisco depois de um show do R.E.M. no teatro Kabuki. Eu estava fazendo o "Medicine Show" na época e foi bom dar um tempo por uma noite. O Peter e eu imediatamente nos demos bem e conversamos até o sol nascer. Fazer turnê juntos em 1984 foi divertido e eu penso que passei mais tempo no ônibus do R.E.M. do que no meu. Compartilhamos um amor pela música, livros, comida e o estilo de vida nômade que adotamos. É bom estarmos na estrada juntos novamente e nesse trecho da turnê já conversamos sobre Lee Marvin, Jim thompson, restaurantes de café da manhã de beira de estrada e filmes ruins dos anos 70.

REMHQ: Seus três últimos shows da turnê serão em Athens em Setembro. Estava pensando se você pode me dizer o que pensa do cenário musical daqui já que você assistiu o cenário dos anos 80 e 90 e nos dizer alguma coisa que lembre de ter tocado aqui.

SW: Eu amo os discos do Pylon e lembro de tê-los visto em Hollywood em 1981. Eles foram ótimos. Quando estava trabalhando como um comprador de música indie para a loja de discos Rhino eu encomendei várias cópias do primeiro single do R.E.M. para a loja. Eu amei e recomendava para todos meus clientes regulares. Amei várias bandas de Athens (e fui um membro da Love Tractor´s Armistead Wellford por vários anos) e lembro de vários shows memoráveis no 40Watt e Uptown. Um em particular aconteceu no final de nossa turnê com o R.E.M. em 1984. Tínhamos alguns dias de folga em Athens e Peter foi sondado para tocar no Uptown para preencher um cancelamento de última hora. Peter teve a ideia de juntar o The Dream Syndicate por uma noite como Adolph and the Casuals, apresentando Raoul. Muito engraçado. Tinhamos 25 dólares de crédito cada em uma loja local e no bar. Foi um show louco - Acho que tocamos Ghostbusters (um hit da época) três vezes na noite.

REMHQ: No começo do mês você levou o The Baseball Project para a Espanha no La Lunera Festival? Mike Mills foi chamado para tocar no The Baseball Project. Como foi?

SW: Mike é fantástico. Foi um show fantástico. Tocamos no meio de uma cidade antiga em uma espécie de castelo. Tocamos umas músicas estranhas sobre baseball mas o público espanhol gostou, até mesmo cantando junto várias músicas. Quem diria que o primeiro show do The Baseball Project seria num castelo na Espanha. É sempre bom esperar o inesperado.

REMHQ: Finalmente, se vocês tivesse que escalar o time de baseball, quem seria o batedor principal e quem seria o receptor? * (Aqui alguns termos de baseball não foram traduzidos)

SW: Eu escalaria Linda como principal. Ela é a mais jovem e rápida. Peter seria definitivamente seria o segundo batedor - ele tem vontade, é flexível e poderia definitivamente acompanhar o corredor. Eu seria o terceiro. Eu posso bater em todas as bases mas ainda posso ser poderoso. Cleanup? Esse teria que ser o McCaughey. ele é o veterano como o melhor swing. Você sabe que ele faria o trabalho corretamente.

Agora que você leu a entrevista, dê uma olhada no Stevewynn.net e verifique o Myspace do Steve. Steve atualizará seu blog regularmente na estrada, então verifique sempre.

Traduzido por PauloEdu.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

R.E.M. Live At Olympia - Drive

Hoje o site oficial REMHQ disponibilizou mais um vídeo do novo álbum que será lançado pelo R.E.M. A música da vez é Drive.

muito bacana.

R.E.M. - Live at the Olympia - I´ve been high


O site remdublin adicionou hoje mais uma música do novo álbum ao vivo do R.E.M. que será lançado em outubro no site para ser ouvida. A escolhida da vez foi I´ve been high que agora figura na lista de áudios disponíveis junto com Harborcoat e Driver 8.

muito bacana.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

R.E.M. Live At Olympia - Living Well is the best Revenge

Saiu hoje o primeiro vídeo do novo álbum ao vivo do R.E.M. Live at the Olympia que será lançado dia 27 de outubro desse ano.

muito bom.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Gift of the Fathers

Mike Mills escreveu uma música para o filme Favorite Son chamada Gift of the Fathers. Abaixo o mesmo toca ao vivo essa música junto com Scott McCaughey no The Baseball Project, dia em que substituiu Peter Buck.

bem bacana.

domingo, 23 de agosto de 2009

R.E.M. HQ news - notícias oficiais traduzidas

Christopher O´Riley faz cover de World Leader Pretend em novo álbum

notícia traduzida do site

Christopher O´Riley, o super talentoso pianista (conhecido por seus arranjos clássicos e interpretações de músicas do Radiohead, Elliott Smith e Nick Drake entre outros) e anfitrião do National Public Radio´s From the Top lançou um disco chamado Out of My Hands que contém uma versão de World Leader Pretend do R.E.M. Para divulgar seu álbum, Chris tocará no Highline Ballroom em New York na segunda à noite e espera-se que ele toque a música do R.E.M. De acordo com Chris, o concerto Highline é parte de uma série de concertos de Piano que será realizado por duas semanas no local.

Perguntamos ao Chris recentemente por que ele decidiu fazer o cover de World Leader Pretend:

Desde que eu comecei com o hábito de tocar solos no piano, eu queria tocar uma música do R.E.M. Eu sou fã faz tempo. É claro, a música mais apropriada e óbvia para mim seria Finest Worksong, uma música que eu queria que fosse como um hino nacional, tal é a vontade que tenho de levantar e prestar continência toda vez que escuto a música. O problema é que no piano as notas ficam como fantasmas da música; devido ao incrível senso de sonoridade colorida que o Peter dá as músicas de uma maneira única faz as notas soarem supérfluas ao timbre e ambiente que cria. No piano, me sinto mais confortável trabalhando em músicas que possuem poucas ameaças quando inovo os sons e texturas no piano, então World Leader Pretend me pareceu uma escolha natural: O acompanhamento do Mike com as letras do Michael (sempre tão incitante ter grandes vozes desse jeito), as harmonias sensacionais do pedal-steel bridge, levando a uma triunfante interação entre notas cheias, todas as melhores, o fantastico piano de Mike na parte final do verso. Eu terminei com um arranjo de piano com uma riqueza de textura que me dá vontade de ter dois dedos a mais para trabalhar. Eu especialmente aproveitei para tentar levar as letras do Michael para uma forma verdadeira. Está tudo na minha cabeça quando estou tocando.

-Christopher O'Riley

Traduzido por PauloEdu.

sábado, 22 de agosto de 2009

Minus 5 em estúdio




O site opbmusic.org disponibilizou na internet alguns vídeos do Minus 5 (banda paralela do Peter Buck, guitarrista do R.E.M. que conta também com a participação do Scott McCaughey) tocando algumas músicas em estúdio.Veja aqui

bem bacana.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

R.E.M. em filmes - Color of a Brisk and Leaping Day

O Michael Stipe participou desse filme muito elogiado por vários veículos de mídia na época de seu lançamento em 1996. O filme é em preto e branco. Michael Stipe faz o papel de um gerente de tráfego chamado Skeeter. Veja abaixo a sinopse e o trailler.

Sinopse
John Lee (Peter Alexander) é o filho de um chinês-americano e uma francesa que mora na Califórnia logo após o término da Segunda Guerra Mundial. O avô de John foi um trabalhador chinês trazido para os Estados Unidos para ajudar a construir trilhos para a ferrovia Continental, e John herdou um amor obsessivo por trens. Quando John descobre que o linha que liga Merced na Califórnia ao Yosemite Valley será fechada, ele convence seu pai a ajudá-lo enquanto ele assume a linha e tenta reabri-lá. John contrata dois homens experientes para ajudá-lo a colocar em funcionamento a sua nova linha de trens: o condutor Robinson (Henry Gibson) e o gerente de tráfego Skeeter (Michael Stipe). No período em que ele tenta reabrir a ferrovia, ele se envolve com a guarda do parque (Jeri Arredondo) e troca flertes com Skeeter e sua irmã Wendy (Diana Larkin). Entretanto, seu profundo interesse pela ferrovia impede que seus relacionamentos se desenvolvam e sua família começa a perder a paciência com ele enquanto ele se afunda num mal negócio.

Escrito por Mark Deming.

Veja o Trailer

Traduzido por PauloEdu.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

R.E.M. tocando Jackson e Dallas

Nos dias 14 e 15 de março de 1991, o R.E.M. se apresentou na Inglaterra, num lugar chamado The Borderline, com o nome de Bingo Hand Job. Robyn Hitchcock, Billy Bragg e Peter Holsaple fizeram participações especiais. Esse vídeo abaixo, colocado recentemente no youtube foi feito por um fã e mostra o grupo fazendo dois covers: Jackson e Dallas.

bem bacana

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Artigos - Live At the Olympia

Artigos em português (em ordem alfabética) publicados recentemente sobre o novo álbum ao vivo da banda:

A bola
Blog do Sidney Rezende
Correio da manhã
Folha São Paulo
Gazeta online
IOL
MTV
Newstin

Bill Berry participa do novo disco do Brad Downs

O ex-baterista do R.E.M., Bill Berry, fez uma participação especial no novo álbum da banda Brad Downs and the Poor Bastard Souls, chamado Winter Breathing. Bill Berry toca bateria e guitarra. Acredita-se que essa é a primeira participação musical dele após ter deixado o R.E.M. em 1997.

A simplicidade e seus objetivos musicais simples é renovador e raro nesses dias. Para um novato virtual, eu fiquei muito impressionado com sua habilidade de escutar. Ele era sagaz em nuances sútis durante o processo de mixagem. Ele precisa continuar fazendo isso. (Bill Berry).

Fontes:

terça-feira, 18 de agosto de 2009

R.E.M. Dublin Live at Olympia

notícia traduzida do site

"R.E.M. Live at the Olympia" é um cd duplo contendo 39 músicas dos aclamados ensaios feitos em Dublin na Irlanda. O R.E.M. tocou no venerável Olympia Theatre na capital da Irlanda e testou o novo material durante cinco noites diante de uma platéia apaixonada. Esse álbum ao vivo foi produzido pelo irlandês Jacknife Lee, o mesmo que produziu junto ao R.E.M. o Accelerate, o álbum que teve origem nesses shows. "Live At the Olympia" dá aos fãs uma oportunidade de ouvir essas músicas nos seus primeiros estágios de desenvolvimento. Além do novo material, a banda também tocou outras vinte nove músicas abrangendo toda a sua carreira que também podem ser achadas nesse álbum.

Uma edição especial contendo 2 cds e dvd terá um filme dos shows de Dublin feitos por Vincent Moon e Jeremiah, que anteriormente trabalharam com o R.E.M. no Ninetynights, Six Days e o video do Supernatural Superserious.

Obrigado por visitar o www.remdublin.com e fique ligado em mais novidades essa semana.

Traduzido por PauloEdu.

domingo, 16 de agosto de 2009

Filme - Left of Reckoning

tradução do site wikipedia

Left of Reckoning

Ansioso para explorar a mídia de video musical, Stipe garantiu recursos para um curta-metragem que iria acompanhar a música da primeira metade do disco Reckoning. A idéia do Stipe era filmar o projeto na Fazenda de Cataventos do escultor Rubin Miller, e ele recrutou o cineasta de Athens, James Herbert, para dirigi-lo. Em março de 1984 o R.E.M. filmou Left of Reckoning na fazenda de cataventos em Rabbitstown, Georgia. O curta-metragem tem esse nome devido ao fato de ter como trilha sonora as seis primeiras músicas que aparecem no lado A da versão em vinil do disco Reckoning : Harborcoat, 7 Chinese Bros., So. Central Rain (I´m sorry), Pretty Persuasion, Time After Time (AnnElise) e Second Guessing. O filme se opõe ao formato padrão de imagem de videoclips consistindo primariamente de trechos da banda andando pela fazenda enquanto Herbert utiliza de closes, silhuetas e slow motion. Herbert utilizou refotografia durante o processo de edição que envolveu pegar fotografias de frames em ordem aleatória enquanto dava closes ou ampliava a imagem com respeito a narrativa. De acordo com Peter Buck, "Foi muito barato e divertido fazer. Nós perguntamos [ao Herbert] para fazer uma edição de alguma coisa até quatro minutes, mas ele está acostumado em fazer filmes de 20 minutos de duração, essa é a duração que ele trabalha. Ele fez esse filme que acompanha o primeiro lado do disco." Enquanto a MTV não exibiu o filme completo, o programa The Cutting Edge (criado pela I.R.S.) exibiu o Time After Time (AnnElise) e um pequeno trecho de Pretty Persuasion foi exibido por outros programas de música.

Abaixo estão alguns vídeos que o James Herbert fez para o R.E.M. e outras bandas, incluindo o Left of Reckoning e algumas músicas do Fables of the Reckonstruction.




Traduzido por PauloEdu.

sábado, 15 de agosto de 2009

R.E.M. HQ news - notícias oficiais traduzidas


notícia traduzida do site

CHRONIC TOWN END-OF-SUMMER ROUNDUP

Algumas notícias de seu interesse virão nesse espaço (REMHQ) na segunda-feira, portanto, fique ligado. Agora as notícias.

Exibição do Left of Reckoning no R.A. Miller

Durante a semana, mencionamos a fantástica exibição R.A. Miller sábado a noite na Lyndon House em Athens. Evidentemente, o filme do R.E.M. "Left of Reckoning" que está no vídeo Succumbs da banda e mais recentemente no When The Light is Mine será exibido continuamente na sala Community Room durante a exposição. Estamos muito felizes pelo fato de contatarmos o diretor do filme Jim Herbert, filme que foi filmado na propriedade de R.A. Miller em Rabbittown.

O dia que eu e a banda fomos para a propriedade de R.A. Miller estava escuro e chuvoso com previsão de tornados. Mas estávamos com bom humor e prontos para uma aventura. Não tínhamos a menor noção sobre o que iríamos filmar, só amávamos o trabalho fantástico e caprichoso do R.A. e esperávamos que ele nos mostrasse o caminho.

A estrada faz uma curva perto de Gainesville - e depois nós vimos: No alto da colina a maravilha jorrando sobre a gente! Ficamos no canto e o céu escuro e baixo estava cheio de maravilhas rodopiantes e piscantes: centenas de totens dançando nas nuvens, a luz e o ar coreografados por R.A. Miller.

O resto foi fácil. Filmamos os cachorros, as crianças, os caras - e o momento especial quando R.A. saiu de seu estúdio como um fantasma amigável - até que a noite veio e o vento cedeu como um sussurro.

-Jim Herbert

O Bertis também estava lá no dia, eis o que ele se lembra:

Minhas memória do dia como os rodopios são de alguma forma esboços - suponho que foi a 25 anos atrás de acordo com o calendário!

Lembro de termos andado um sábado com Jim Herbert, pegando a estrada 129 de Athens para Arcade, Jefferson e Pendergrass (nos arrendores Wendell Gee vendia carros pelo que me lembro), chegando na despretenciosa propriedade do R.A. Miller e encontrando o artista que era um senhor alemão bem impressionante com um sorriso doce. Alguns minutos mais tarde, os caras da banda e o Jim desapareceram sobre uma colina, retornando meia hora depois - e estávamos de volta em Athens dentro de três horas depois de sair e algumas semanas mais tarde, fomos ver Jim Herbert ver o que ele fez - e ficamos maravilhados em ver o filme de 20 minutos do lado A do Reckoning. Pelo menos é isso que me lembro do que aconteceu... as coisas com JIm eram sempre rápidas e um pouco caóticas mas de um modo bom, e ele fez alguns dos trabalhos visuais ótimos da banda durante vários anos. O material ainda sobressai.

Bem, essa é a minha história e permaneço com ela!

-Bertis

COLBERT? SÉRIO?

Ficamos perplexos (talvez mortificados), para dizer o mínimo, com o jornal local de hoje sobre o artigo sobre o Colbert Report do Comedy Central, um show do Stephen Colbert, que já ganhou um prêmio da Universidade de Geórgia chamado Peabody por excelência em jornalismo. R.E.M., que coincidentemente apareceu no show em 2 de abril de 2008 quando o Colbert ganhou o prêmio, apoia a participação do programa ao prêmio diferentemente do jornal local.

FAVORITE SON (COM TRILHA DO MILLS) EM DOIS FESTIVAIS DE FILMES:

O Mike fez uma música, Gift of the Fathers, para o filme Favorite Son, dirigido por Howard Libov. O filme acabou de ser aceito em dois festivais de filme... o Temecula Valley (CA) de setembro 9-13 e o Kansas (Overland Park, KS) de Setembro 18-24.. O Favorite Son ganhou prêmios de melhor diretor e melhor cinegrafia em festivais anteriores e é distribuído pela Panorama Entertainment.

I DON'T SLEEP, I DREAM...

Vimos isto na semana e pensamos que é sensacional. Falando sobre um profundo sono R.E.M.!

Traduzido por PauloEdu.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Equipamentos de show da banda


Se você tiver interesse em saber quais são os equipamentos utilizados pela banda nos shows, uma ótima dica é esse site. Lá tem várias fotos.

bem bacana

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Metrópolis - Show do R.E.M. em SP

Ótima reportagem.




Poster - Show de 16 de Janeiro de 1981


No dia 16 de Janeiro de 1981, o R.E.M. fez um show em um lugar chamado The Milestone, em Charlotte na Carolina do Norte. Não existe nenhum registro do setlist, mas existe registro do poster de divulgação do show.

bem bacana

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

R.E.M. na TV - Jornal Hoje

O Jornal Hoje da rede globo vai iniciar uma série de programas de rock no próximo sábado, dia 15, chamada Sábado de Rock. A idéia do programa é contar algumas histórias descritas no documentário produzido pela BBC chamado Seven Ages of Rock.

O R.E.M. aparecerá no programa do dia 12 de setembro que trata da década de 90.


Anote ai:

Rede Globo
sábado, 12 de setembro
13:00

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Participações Especiais - Maria Taylor

O Michael Stipe fez uma participação especial no último cd da Maria Taylor , Ladyluck, em duas músicas: "Cartoons and forever plans" e "Orchids". Abaixo está o vídeo oficial da "Cartoons and forever plans". Para ouvir "Orchids" e outras músicas da cantora, você pode acessar o myspace da cantora Aqui.

bem bacana.

Cartoon and Forever Plans


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

domingo, 9 de agosto de 2009

The ultimate college band

Traduzido do site npr

Escrito por Carrie Brownstein (29 de Julho de 2009)

Você se lembra daquele gênero de rock conhecido como rock universitário? As bandas eram largadas - um termo musical que nem mesmo existia na época - mas como um gênero foi deixado de canto nunca conseguindo alcançar um público além dos telespectadores do 120 minutos da MTV, leitores de fanzines e aficionados por CMJ.

Uma conversa recente que eu tive em um churrasco trouxe o assunto de qual foi a primeira banda de rock universitário. Nós concordamos com R.E.M.. The Smiths, eu argumentaria, foram outro pilar do gênero, enquanto The Replacements e Husker Du outras bandas importantes.

Estranhamente - como se uns amantes nerds de música precisassem copiar a competitividade e o divertimento inatos de seus adversários esportivos - os fãs criaram uma rivalidade entre as várias bandas de rock universitários. Você gostava do The Smiths ou R.E.M.? The Mats ou Husker Du? Somente na privacidade do quarto você relaxava e apreciava ambas as bandas igualmente. Talvez na época as bandas de rock universitárias fossem também nossos times esportivos. Nós escolhemos lados; torciamos para uma ou outra.

Embora The Smiths e R.E.M. obtiveram fama mundial (particularmente a última), várias das bandas universitárias pareciam desaparecer depois de 1991, também conhecido como o ano que o punk caiu com o lançamento do disco Nevermind do Nirvana. Algumas bandas como Pavement e Blur, conseguiram sair do rótulo de bandas universitárias e adotar um novo apelido dada a elas - alternativo ou indie rock.

No entanto grupos como Buffalo Tom, Dead Milkmen, XTC, The Lemonheads e Blake Babies todos sairam do mapa. Ou elas acabaram ou desistiram ou perderam o público e comunidade necessários para empurrá-los para o mainstream.

Então, qual foi a sua banda universitária favorita? E qual você acha a mais importante?

Traduzido por PauloEdu.

sábado, 8 de agosto de 2009

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Lista de Shows do R.E.M.

Atualmente existem dois excelentes sites que buscam relacionar todos os shows que o R.E.M. já fez com seus respectivos setlists.

O primeiro chama REMtimeline. Possui um formato mais simples em HTML, mas é bem completo.

O segundo chama REMChronicle. Esse no momento está passando por reformas e atualização da base de dados, mas também é outra opção excelente.

Então quem quiser saber algum setlist de algum show, ou as músicas que o R.E.M. já tocou ao vivo, basta visitar um desses sites.

Até mais!!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Recordar é viver e viver é recordar

No dia 13 de Janeiro de 2001, o R.E.M. faria seu primeiro show no Brasil, no Rock in Rio III no Rio de Janeiro, frente ao maior público de sua carreira até hoje, aproximadamente 180.000 pessoas. Segue a música Fall on me do disco Life´s rich Pageant de 1986 tocada naquela noite inesquecível.

Sensacional!!!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

R.E.M. HQ news - notícias oficiais traduzidas

notícia traduzida do site

Man-Sized Wreath ganha prêmio de melhor vídeo no Festival de Filme La Short

Parabéns à Crush Inc. produtora do vídeo Man-Sized Wreath do R.E.M., que conquistou o prêmio de melhor vídeo no décimo terceiro Festival anual de curtas de Los Angeles. Gary Thomas, o Diretor Criativo da Crush nos disse: "É sempre muito bom ter seu trabalho reconhecido, quando é um projeto que você realmente ama como Man-Sized Wreath, é o máximo. Ganhar um prêmio para trabalhar com o R.E.M. parece supérfluo, mas estamos felizes mesmo assim."


Traduzido por PauloEdu.

Curiosidades - The Adventures of Pete and Pete

Nos anos 90, a popularidade do R.E.M. era absurda. Michael Stipe foi convidado para uma participação especial em uma série de tv infanto-juvenil chamada The adventures of Pete and Pete. Ele atua como um sorveteiro chamado Captain Scrummy no episódio "What we did on our vacation" da primeira temporada da série. A Kate Pierson do the B52´s também participa desse episódio interpretando Miss Vandevere.

É engraçado assistir, mas não ache que ele poderia ter ganhado algum oscar!!!

Abaixo estão as três partes do episódio para quem quiser ver inteiro, mas o Michael Stipe só aparece na terceira parte.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Entrevista do Mike Mills na BBC2


Mike Mills foi entrevistado por Mark Radcliffe da BBC2 sobre o re-lançamento do álbum Reckoning. A entrevista ficará disponível no site por uma semana.

Dica: o programa todo dura 2 horas, mas o Mike Mills só aparece na segunda hora do programa.

Crítica Pitchfork - Reckoning [Deluxe Edition]

Notícia original no site Pitchfork

Escrita por Matt LeMay (2 de Julho de 2009)

Avaliação do álbum: 10

Dado o seu vasto e variado trabalho, as vezes é mais fácil imaginar o R.E.M. como uma discografia do que imaginá-los uma banda em carne e osso. Ironicamente, pode ser a insistência da banda em operar como uma entidade totalmente democrática que os permitiu mudar tão completamente e tão convincentemente. Seja elaborando uma opaca música folk ou um rock arrastado, o R.E.M. sempre seguiu seu modo de escolha completamente, mesmo que isso signifique que o antigo baterista fique deitado durante uma apresentação acústica ou o vocal sendo passado para o baixista Mike Mills. Em seu segundo disco, Reckoning, essas tendências polifórmicas acham raizes tão palpáveis, excitantes mesmo num potencial inexplorado. Utilizando o nome de relançamento, Reckoning finalmente recebeu o tratamento "Deluxe" (e uma remasterização muito necessária) que merece.

Não há surpresa: o lançamento "Deluxe" do primeiro álbum da banda, Murmur, foi revelador, dando espetacular vida a um álbum de 25 anos de idade. O especialista em remasterização Greg Calbi limpou o álbum dos sons obscuros e revelou um detalhe e força que não havia sido escutado. Essa claridade achada fez Murmur soar muito mais adequado, elevando o véu proverbial de um álbum feito por nerds da gravadora que entendiam das semelhanças entre o Soft Boys, Gang of Four e o Velvet Underground. O Reckoning junta a energia de Murmur com a experiência da banda que passou alguns anos em turnê e gravando, documentando o momento crucial quando as idéias e ambições da banda são submetidas pela incomum química de seus integrantes.

Com essa remasterização, "Harborcoat" finalmente se encaixa em uma música explosiva de abertura. Algumas das melhores faixas do Reckoning seguem a seguinte receita dessa faixa inicial: um verso metódico seguido por uma reviravolta furtiva em um refrão catártico. As partes de bateria do Bill Berry são as vezes virtualmente indistinguíveis de música para música e Michael Stipe tende a cantar os versos e refrões da mesma maneira. Reckoning está muito além de fórmulas prontas - ao contrário, dá estada para uma espécie de minimalismo determinado, cada música construindo sobre variações sutis na apresentação e instrumentos. "Disciplina" não é uma palavra que se espalha muito quando rock é discutido, mas é a chave do sucesso do Reckoning.

Nota: assim como incontáveis músicas escritas antes e depois do Reckoning, "So. Central Rain" usa uma frase simples "I´m sorry" (Desculpe-me) como refrão. A combinação da voz forte-mas-ainda-inconfundívelmente-frágil, a bateria nervosa de Bill Berry e os interlúdios melódicos do baixo do Mike Mills e da guitarra do Peter Buck imbuem essas bem utilizadas palavras com força e significado notável. Dada toda a capacidade, gestos pretenciosos que a banda recebeu, Reckoning mostra que eles não tinham medo de receber o universal para transfigurar clichés no lugar de estranhos os evitando (veja também "Everybody Hurts").

Assim como seu antecessor, Reckoning encontra o R.E.M. usando estilos diferentes enquanto trabalha dentro de uma justa consistência estética. A última meia virada um pouco em direção a Americana, sem sacrificar nenhum momento construido sobre as faixas de abertura desse disco estonteante. Pequenos embelezamentos andam bastante para destacar a versatilidade de banda - um piano propulsor no verso em (Don´t go back to) Rockville eleva a fantasia comum da voz de Stipe e a percussão feita à mão em Time After Time (Annelise) sugere um pouco da mudança que a banda faria com Fables of the Reconstruction.

O disco ao vivo incluido nesse relançamento (um show feito em 1984 no Chicago´s Aragon Ballroom) demonstra como essas músicas funcionam bem sem nenhum floreio. Enquanto a energia crua do show ao vivo incluída em no relançamento de Murmur está um pouco diminuido, é fascinante ouvir a banda crescer mais competente tanto nas apresentações ao vivo quanto nos arranjos. Também é interessante ouvir como a energia das apresentações ao vivo foram absorvidas nas gravações em estúdio; os tiques característicos dos vocais de Stipe estão presentes em todo o Reckoning.

Declarar que o Reckoning é o melhor álbum da banda soa falso devido aos tantos outros tipos de grandes álbums lançados pela banda. Mas, mais do que qualquer outro disco do R.E.M., Reckoning é únificado e energizado pelo incansável que conduziu a banda a explorar tantas idéias e identidades diferentes. É essa máquina paradoxal de transparência e mistério que fez a banda única, independente de sua abordagem particular que eles escolhem para dar para um álbum. De qualquer forma que você olhe, isso é R.E.M.

Traduzido por PauloEdu.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Curiosidades - The one I love - Acapella

Esse vídeo mostra apenas os vocais do Michael Stipe e do Mike Mills na música The one I love.

Sensacional!!!!

Aprenda a letra - Supernatural Superserious


Supernatural Superserious (With Lyrics) - R.E.M.

domingo, 2 de agosto de 2009

Pedido de Tradução - R.E.M. comes 'Around' full circle

traduzido do site ww.jimdero.com

Escrito por Jim DeRogatis (24 de Outubro de 2004)

R.E.M. Completa um Ciclo (aqui o artigo usa a palavra "Around" em referência ao disco Around the sun - Em torno do sol)

Mais do que qualquer outra banda de rock que eu cresci ouvindo, o R.E.M. quebrou meu coração. Um dos mais criativos, influentes e íntegros grupos dos anos 80, o quarteto pavimentou o caminho para a explosão do rock alternativo dos anos 90, nos dandos discos extraordinários um atrás do outro desde o lançamento em 1982 do seu primeiro EP Chronic Town até o brilhante Automatic for the People em 1992 - um período impressionante de 11 anos que iguala com o melhor que qualquer banda já produziu.

Infelizmente, o filho favorito de Athens na Geórgia iniciou um longo e triste declínio em uma mediocridade sem inspiração quando eles assinaram com a Warner Bros, como parte de um mega-acordo de U$80 milhoes em 1996, significando a transição de uma vívida e inovadora banda de rock em apenas outra chamativa banda de rock de arena preocupada principalmente em manter o lucro - algo que o guitarrista Peter Buck agora admite.

Enquanto o Peter Buck, o Michael Stipe e o baixista Mike Mills permaneceram sinceros protetores da justiça social, eles comprometerem vários de seus princípios antigos quando eles continuaram após a saída em 1997 do baterista Bill Berry, pois eles tinham um pacto de que eles nunca continuariam com o grupo sem os quatro membros originais. Stipe tinha mais interesse em produzir filmes do que em fazer música; Buck teve uma embaraçosa crise causada pelo álcool enquanto voava na primeira classe para Londres e, nesse meio tempo, o R.E.M. fez a cara e relaxada turnê bianual enquanto enganava os fãs de longa data prometendo shows mais íntimos e ousados no futuro.

Ano passado, quando a banda lançou a coletânea In time e fez turnê em estádios tocando seus sucessos não tão brilhantes - mais duas coisas que eles decidiram que nunca fariam - essas ações tiveram todas as características de servir como uma referência na longa carreira do grupo.

O R.E.M. já nos surpreendeu anteriormente, entretanto, agora, 13 anos depois de assumir o compromisso, o grupo está no meio de sua tão aguardada turnê em arenas menores. (O show será segunda e terça no Auditorium Theatre, 50 E. Congress.) e mais, em divulgação do disco Around the sun, seu melhor disco desde o início dos anos 90.

A idéia do décimo-terceiro disco da banda não é uma saída radical mas isso é parte de seu charme: enquanto os membros da banda chegam aos 50, eles desistiram de fazer experiências eletrônicas e a vã tentativa de fazer rock, que marcou os últimos discos, focando apenas no que eles sempre fiseram melhor: músicas de rock folk calmas, melódicas e emocionais.

O anúncio do retorno do R.E.M. as suas raízes foi com Final Straw, a música que a banda lançou de graça na internet quando os Estados Unidos invadiram o Iraque. Nele encontramos Buck trocando a sua guitarra Rickenbacker pelo violão acústico e Stipe cantando com mais paixão e convicção sobre mundo desde quando saiu Green em 1988. Quando o álbum foi lançado, provou-se que era vital tanto quanto Green.

Bill Berry ainda faz falta e Mike Mills está estranhamente sem sua assinatura, seu teclado e vocais harmônicos complementares. No entanto músicas como Leaving New York, The Worst Joke Ever, Aftermath, High Speed Train e Electron blue são melhores que qualquer coisas que
o R.E.M. lançou há mais de uma década. Mesmo que sua confiança não seja a força criativa que outra já fora, é bom ter de novo alguma semelhança com a banda de antigamente.

Eu conversei com o Peter Buck algumas semanas atrás em sua casa em Seattle, discutindo sobre o novo disco, o estado da banda e seu papel político na turnê Vote for Change, na qual o R.E.M. tocou seis shows com o Bruce Springsteen e a E Street Band nos estados considerados críticos na futura eleição presidencial.

P: Illinois é um estado democrata, por isso, não teve nenhum show do R.E.M. com o Bruce Springsteen como parte da turnê Vote for Change. Muitos fãs de ambos os grupos ficaram disapontados com isso.
R: Eu sei. Vários amigos perguntaram, "Vocês vem para Seattle? Por favor?" Mas esse não era o objetivo.

P: O país está notoriamente dividido politicamente agora. Que tipo de repercussão vocês estão tendo sobre fazer parte da turnê Vote for Change?
R: Bem, nós acabamos de voltar da Europa, então eu conversei com provavelmente uma centena de jornalistas e outras 150 pessoas que são só fãs e pessoas que eu conhecia, e com todas elas a pergunta que surgia era, "O que está acontecendo nos Estados Unidos?" As pessoas estão espantadas e surpresas que a votação está chegando. Mas existem várias razões para crer que não seja tão mal quanto as pessoas imaginam. Estou otimista.

P: Tenho certeza que por você ser um historiador do rock, você conhece os Electras, uma banda de garagem que o John Kerry (candidato democrata que o R.E.M. apoiava com a turnê) tocou e gravou em 1961.
R: Não, nunca ouvi falar.

P: É um grupo de rock de garagem genérico - muito parecido com the Kingsmen em "Louie Louie", garotos de fraternidade aproveitando o surfe e o blues.
R: Sabe, eu gosto disso! Eu fico feliz que eles fizeram antes dos Beatles. Você tem que amar um bando de caras brancos cantando hoochie-koochie. O Kerry saiu dançando [no primeiro debate] e espero que ele continue. É engraçado por que os repúblicanos são bons em acabar com a reputação - veja o que eles fizeram com John McCain quando ele concorreu contra o Bush [nas primárias republicanas em 2000]. É meio perturbador, e eu não entendo porque os democratas não dizem: "Veja, vocês estão mentindo". Os repúblicanos são bons nisso - você quase tem que admirar eles se não tiverem náuseas.

P: Vamos falar do novo disco. Eu tenho sido bem crítico sobre os últimos álbuns, mas parece que se existe um consenso sobre o Around the Sun que não existia desde Green, e uma abordagem sônica que deriva até o Automatic for the People.
R: Estávamos conversando há três verões atrás tentando decidir o que fazer com nossas vidas. Michael, Mike e eu estávamos conversando e havia dias em que dizíamos que trataríamos a banda como um hobby uma vez a cada três ou quatro anos e fazer turnê em lugares divertidos e fazer discos ou poderíamos nos focar e trabalhar duro. Não que não trabalhássemos duro antes, mas por causa da saída do Bill Berry e toda a merda que passamos, pareceu que era a hora certa de realmente voltarmos com tudo.
Com o disco The best e a turnê, a banda realmente conseguiu se unir novamente e escrevemos algumas músicas que eu senti que eram boas. Tínhamos perto de oito ou nove músicas prontas antes da turnê e foi necessária uma grande força de vontade para não tocar todas elas toda a noite. Senti que eram grandes músicas e que a banda deveria gravá-las. Por isso a idéia de ir ao estúdio e gravar o disco - Eu realmente me senti confiante como há muito tempo não me sentia.

P: Quando vocês estavam gravando, vocês trabalharam com novos músicos na banda - o baterista Bill Rieflin e os guitarristas/multi-instrumentistas Scott McCaughey e Ken Stringfellow - ou foram apenas os três membros da banda?
R: Gostamos de começar apenas com nós três - por isso eu toquei bateria na The Outsiders e Around the sun. Uma vez as músicas estejam estruturadas de um modo que nós queremos, depois trazemos os outros músicos. Bill, Scott e Ken tocaram um bom pedaço do disco - Bill em quase tudo, Scott e Ken em um pouco menos - mas parece como uma banda e eles tem muitas idéias dos sons que eles puseram e dos acordes que eles tocaram.

P: Nós já falamos sobre isso antes, mas eu continuo afirmando que o R.E.M. perdeu algo importante com a saída do Bill Berry, e que é óbvio mesmo nessas músicas mais simplistas. Automatic for the People era simplista também, mas algumas coisas que o Bill fazia eram incrivelmente sútis e únicas.
R: É engraçado porque quando o Bill Rieflin passou a tocar com a gente ele disse: "O que vocês querem de mim?" Eu toquei com o Bill Rieflin por anos e disse: "Bem, o que você precisa fazer é pegar o material antigo e escutar as músicas e descobrir que diabo o Bill Berry fez, porque ninguém mais consegue fazer".
Para mim, pareceu uma interação muito estranha entre o que ele faz no hit-hat e no kick drum (são partes da bateria). Bill Rieflin ouviu tudo e analisou - ele é um excelente baterista que é muito musical e pode tocar um monte de coisas diferentes - e eu creio que ele contribuiu muito nesse disco de um modo que nunca tínhamos antes. Quando tocamos ao vivo, temos um monte de rock, é muito poderoso.
Isso faz parte de toda uma confiança: como, "Nós estávamos na estrada por cinco meses [duranta a turnê do the greatest hits] nós nos sentimos ótimos, e aqui temos um baterista que realmente nos sentimos confortáveis enquanto tocamos". Depois que fizemos alguns shows, Michael disse "Bill veio até mim e perguntou se a bateria estava legal para mim. Nenhum outro baterista jamais fez isso!" Com o Bill Berry era mais algo como "O cantor canta e o baterista toca". Mas a atitude do Bill Rieflin era que ele dava apoio ao vocalista e realmente somava muito.

P: Foi uma jogada consciente limpar e deixar as músicas mais simples?
R: Para mim foi consciente. Eu realmente gosto do Reveal, mas foi um disco onde nós estávamos numa fase meio ecológica, com sentimento de verão. Talvez tenha 10 ou 12 guitarras em cada música, cordas e apitos, e foi legal fazer isso. Mas parecia certo [nessa época], se nós formos e tocarmos como uma banda uma ou duas músicas, nos sentiremos ótimos - um refresco - que nós não teremos tentando fazê-las perfeitas. Meu trabalho no disco foi de nos tirar do lugar, "Nós gravamos três faixas - "Ok, agora vamos escolher uma no lugar de tentar mais cinco".

P: Então vocês estavam tirando músicas no lugar de incluir sons?
R: Sim. Sinto que você deve parar quando você entra e grava a música e ela soa como uma gravação. Nessa hora que termina e todo o resto resume-se a ter certeza que ninguém mais vai adicionar nada nos espaços das sessões de gravação.

P: Você está tocando mais violão acústico e bandolim do que fazia há um tempo.
R: É mais acústico. Você sabe, eu não sou um grande guitarrista ou algo parecido, mas eu tenho um ponto forte que é o fato de eu ser um guitarrista com ótimo rítmo. Provavelmente eu sou melhor em instrumentos acústicos do que elétricos, e todas essas músicas pareciam como "Se eu sentar em uma cabine e tocar acústico instrumentos, olhando nos olhos do baterista, com o Michael cantando e Mike, Scott e Ken tocando, então todo mundo vai seguir meu violão e resultará em algo mais dramático em termos de ritmo. Por isso, a maioria das músicas foram feitas com instrumentos acústicos.

P: Michael disse que ele escreveu muito mais letras para esse disco - sem pensar se elas se encaixariam ou não - sendo que no passado, ele esperava até a música terminar antes de dar vida as letras. Quantas músicas se iniciaram com você ou Mike e quantas com o Michael?
R: É uma mistura estranha. Muita coisa que fazemos, eu trazia e soaria como uma faixa sem vocais. As melodias estão meio que intrínsecas - será os teclados e tal, e eu terei feito overdubs [na demo]. Mas Michael vem com muitas melodias. Ele pode tirar algumas das coisas que a gente dá para ele, mas as vezes ele aparece com algo totalmente novo, o que é sempre uma surpresa. Eu digo algo como, "Uau, não percebi que esse era o refrão, Michael". É ótimo quando ele faz rearranjos.

P: O que você fará nas sessões ao vivo? Uma das melhores coisas sobre a turnê do In time era que vocês estavam tocando músicas antigas do repertório, algumas que vocês não haviam tocado há muito tempo, se não jamais.
R: Nós aprendemos todas essas músicas e ainda as sabemos mas, obviamente, a última turnê era meio que das melhores e foi um modo de lidar com isso. Nós nunca realmente tocamos elas antes. Foi divertido - Eu realmente me diverti - mas nós temos um disco novo. Nós não vamos tocar todas as 13 músicas todas as noites - você não quer alongar a atenção da platéia - mas faremos uma quantidade justa toda noite e algumas que as pessoas esperam que façamos que ainda amamos tocar: Losing my Religion, Man on the moon, cinco ou seis ou sete que as pessoas esperam. O resto só dependerá do dia e do tempo. E nós aceitamos pedidos pelo website.
Foi ótimo quando na última turnê as pessoas escreviam, "Eu realmente quero ouvir essa música", e nós mencionávamos no palco quem pedia o que tocávamos. Eu acho que eles percebiam isso, "Meu deus, eles estão lendo os cartazes" Idealmente, você faz para tocar as pessoas e perceber que em determinado grau significa para elas, é realmente tocante.

P: Quando eu vi você ano passado no United Center, você tocou Shaking Through do Murmur porque foi um pedida e foi a música de casamento de alguém.
R: É como eu disse, isso é realmente tocante. Eu meio que esqueço, mas música é do mesmo modo que a vida: alguns discos sempre significaram algo para mim e ocasionalmente eu encontrarei as pessoas que escreveram essas músicas e direi "Deus, eu não sei como te dizer como isso significou para mim". É bom ouvir isso também dos outros.

P: Eu te entrevistei meia dúzia de vezes nesses últimos 13 anos desde Out of Time em 1991 e durante uma dessas entrevistas você prometeu que o R.E.M. faria uma turnê em lugares menos no próximo ano no lugar de grandes estádios. Agora vocês estão finalmente fazendo isso. Porque demorou tanto?
R: Nós tocamos muito em lugares menores mas empacotar tudo e fazer outra turnê em lugares menores pareceu muito trabalho, honestamente. Para ser honesto, nós só começamos a ganhar dinheiro em turnês com Monster em 1994 - essa foi a primeira turnê onde nós recebemos um cheque no final. Mas pareceu que agora é o momento.

P: Alguns céticos dizem que o R.E.M. não poderia ter feito uma turnê em grandes estádio nessa altura - que o grupo não tem mais como encher esses lugares.
R: Nós poderiamos ter conseguido em alguns lugares: no litoral, Chicago e Minneapolis. Em Seattle a gente poderia ter tocado num lugar maior, mas é minha cidade natal e todo mundo pensou que seria divertido tocar num lugar menor duas noites. Essa é a situação que nos encontramos agora. Eu prefiro ter pessoas realmente ansiosas em ter ingressos para o show do que ter algo como "Bem, eu compro os ingressos quando puder; são 12.000 lugares e eles só venderam 10.000".
O que será ótimo nessa turnê em arenas menores é que você pode arriscar mais quando você pode ver até o fundo do teatro. Existem músicas que a gente realmente ama - como New Test Leper do New Adventures in Hi-fi de 1996; talvez é a minha música favorita - quando você toca ela em um lugar maior, você sabe que é a hora da pipoca: "Ah, eu vou no banheiro agora". Em um lugar menor, a sutileza da música pode surgir.
Você sabe, eu tenho que te dizer que eu li um artigo que você escreveu para a revista New York sobre o porque da maioria das bandas não dizerem que acabaram, depois que o Phish anunciou que estavam se separando. Foi um bom artigo mas uma coisa que você nunca mencionou foi o porque as bandas continuam é por que as bandas geram empregos e todas essas pessoas precisam de trabalho também.

P: O que você está dizendo é que bandas do nível do R.E.M. se tornaram empresas: as decisões são tomadas baseadas em negócios em vez de considerações artísticas.
R: É o seguinte: nós temos provavelmente 14 funcionários e todos eles tem previdência social e plano de saúde e bons empregos. Eu posso dizer :"Bem, eu posso me aposentar mas então o que eles vão fazer?" Isso me dá motivação para continuar.

P: Mas essa não pode ser o único motivo porque senão você realmente está com problemas - não é mais sobre arte, é sobre comércio.
R: Absolutamente. Eu não continuaria se nós ainda não fizéssemos grandes músicas juntos - ou no mínimo as vezes. Somos bons nisso e a dinâmica da banda - tendo essa interação - Eu já vi muitas banda que não tem ou nunca tiveram isso. E se você tiver, é como um pecado jogar isso fora. Bandas como The Clash - Eu tenho certeza que todos eles se arrependeram por ter acabado.

P: Eu te perguntei ano passado, quando Bill Berry deu uma canja durante a turnê do greatest-hits, mas existe alguma chance dele voltar ao R.E.M. de novo e adicionar aquela terceira harmonia nos vocais junto com Michael e Mike?
R: Bem, Bill vive na sua cabeça e se ele tem algo que ele tem que fazer durante a semana ele vai se preocupar com isso durante toda a semana. Piorou quando ele ficou mais velho. Ele não conseguia lidar com tudo [além da música]: Ele não gosta de conhecer gente; ele fica nervoso quando viaja; ele fica embaraçado porque ele não fala francês quando vai para a França; ele só gosta de comer alguns tipos de comida e ele só gosta de ser acordado em certas horas do dia. Chegou num ponto que ele não podia mais.
Nós chamamos ele pro palco por duas músicas em um dia na última turnê, foi ótimo. Mas eu apertei sua mão e ele saiu do palco, entrou no carro e foi embora; ele nem ficou para o final do bis. Foi algo como, "Cadê o Bill?" "Oh, deus, ele foi embora antes do final do bis; ele disse que estava muito cansado e que queria ir para casa e dormir!"

P: Isso foi parte da personalidade dele mesmo antigamente, quando vocês estavam em turnê naquela famosa van com seu empresário, Jefferson Holt?
R: Menos, mas começou em 1992 quando eu percebi que nós não podiamos editar [no estúdio] depois das 5 horas porque ele tinha ido embora. Para uma banda que chega no estúdio à uma, era como "Deus, nós temos quatro horas para terminar isso". Eu entendi na época que ele só estava infeliz de estar longe de casa. Ele está muito mais ajustado agora; ele tem um filho pequeno e ele está fazendo muito o que ele adora.

P: É uma vida dura, mas você não pode fugir: Entre as turnês do R.E.M. você toca com Scott McCaughey no Minus Five e ainda trabalha em vários outros projetos.
R: Bem, eu me sinto bem. Eu tenho sorte. Deus, um monte de gente que eu conheço que são bons músicos ainda tem empregos. Porque eu tirei a sorte grande no sorteio, eu tenho esse [sucesso] e eu possa usá-lo enquanto eu posso.

O melhor e o pior dos discos do R.E.M.

Enquanto houve alguns passos em falso desde o seu surgimento no início dos anos 1980 até o início dos anos 1990, R.E.M. nunca fez um único disco ruim. Mas de 94 até o novo Around the sun não fez um único disco bom do início ao fim. Com isso em mente, aqui estão os três melhores e piores discos da banda.

O Melhor
Murmur (IRS, 1983): o primeiro disco do R.E.M. alardeia um som, um estilo e um humor sustentado que permanece completamente único no catálogo da banda. Escuro, em camadas, intricado mas irresistivelmente melódico, os mistérios do disco não cresceram nem um pouco elusivo or sedutor em 21 anos e o single Radio Free Europe permanece não apenas como assinatura do rock indie dos anos 1980, mas como hino atemporal do rock.

Automatic for the People (Warner Bros., 1992): A segunda obra de arte indescritível do grupo foi o seu último grande disco antes da longa e lamentável seca, o que o torna seu pouco reconhecimento ainda mais poderoso agora: Quieto, grave e introspectivo, toca como um sinal sustentado ao invés de um último suspiro desesperado. Músicas como Everybody Hurts, Man on the moon e Nightswimming são sábias, ingênuas, triste e otimistas, tudo ao mesmo tempo, capturando o momento tão completamente quanto Murmur fez em 1983.

Out of Time (Warner Bros., 1991): Lançado no ano que o nirvana surgiu, o antecessor do Automatic for the People inovou o rock para uma nova geração, dando-nos no lugar de exuberante e pastoral "Pet Sounds" - inspirou uma coleção de músicas pop maduras e calmas. Existem alguns erros - o notório hap do KRS-One em Radio Song, embora eu defenda a alegria tonta de Shiny Happy People que agora o grupo agora odeia; isso leva o disco próximo ao Document (1987), que paga tributo a dois de meus heróis por associação em It's the End of the World as We Know It (and I Feel Fine) e fazendo um cover de Wire chamado Strange. As faixas profundas continuam me trazendo para essa época - procure você, toque Near Wild Heaven, Texarkana e Country Feedback e você vai escutar o que eu digo.

O Pior
Up (Warner Bros., 1998): Um álbum de novidades, foi o primeiro sem Bill Berry, o primeiro com as letras das músicas e o primeiro sem o produtor Scott Litt que os acompanhava há algum tempo, que participou de dois dos três clássicos. O objetivo era fazer um disco pequeno e íntimo como Automatic for the people mas músicas como The Apologist, Sad Professor e You´re in the air são lentas, arrastadas, tilitantes e o single Hope é uma deplorável extração de "Suzanne" que o grupo decidiu depois creditar a Leonard Cohen.

Monster (Warner Bros., 1994): Esse me aborreceu por um tempo. Sempre a bem ajustada relações públicas, a empresa R.E.M. fez um grande trabalho vendendo o nono álbum como um "retorno ao rock". Mas o áspero limite metálico e guitarras sem sentido escondem uma falta de sentido músical e ideais líricos; músicas como Star 69 e Bang and Blame são tão genéricas, elas são esquecidas 5 minutos depois que você as toca e a imitação do Marvin Gaye feita por Michael Stipe em Tongue é seu pior momento.

New Adventures in Hi-Fi (Warner Bros., 1996): Eu gostei desse disco no início também. Demorou um tempo para que abalasse o meu dedicado conjunto de fãs do R.E.M. mas finalmente aconteceu quando eu percebi que eu nunca queria tocar nenhum disco depois de 1992 poucas semanas depois que foi lançado. O charme inicial aqui desaparece depois que você descobre a fórmula: pegue uma parte do Monster uma do Automatic for the People e de novo declare como um novo retorno da banda. Com New Adventures estranhamente dividido entre altos e baixos, atmosférico, a maior parte com números acústicos e modas de fuzz 'n' feedback de rock, não existe uma única faixa que aponte para uma nova direção, deixados a sós nobres falhas experimentais como Ignoreland e Let me in.

Traduzido por PauloEdu.

sábado, 1 de agosto de 2009

R.E.M. HQ news - notícias oficiais traduzidas

Notícia traduzida do site

Crítica 5 estrelas online do Reckoning, Oddfellows Local 151 e Feliz Aniversário

Chegando próximo do fim de semana, nós nos deparamos com mais ótimas críticas do Reckoning Deluxe Edition, em particular no The Guardian e no Times Online. Leia todas as últimas críticas e entrevistas na sessão PRESS no site remhq.com.

Também mais cedo durante a semana, foi muito satisfatório saber que Weezer gravou uma intrigante versão de Oddfellow´s Local 151, uma música que raramente tem-se feito divulgação se já algum dia foi feito pela própria banda. Enquanto não temos ainda o clip do Weezer, nós temos o R.E.M. tocando Oddfellows em Utrech, Holanda em 1987:


Os fãs do Minus Five, que provavelmente já ouviram as notícias da grande turnê no próximo mês com Steve Wynn e o The Baseball Project, gostaram de ler esse artigo de seu último disco Killingsworth.

A Paste´s Top 20 List criou um alvoroço essa semana e publicou no mínimo mais duas listas "Best of" que ficamos sabendo incluindo a de Dez Melhores Músicas do R.E.M. do Louisville Courier Journal e as Dez Melhores da Pop Candy.

Saudações ao Scott Girard, membro do fã club do R.E.M. por nos mostrar a sua recente entrevista com Don Dixon que vasculha a sua memória e discute a produção do Reckoning.

Finalmente, essa atualização não seria completa sem que mandassemos um GRANDE feliz aniversário para o senhor William T. Berry. Parabéns Bill, de seus amigos do remhq!

Traduzido por PauloEdu

Artigo MTV - Celeumas - "It's the End of the World as We Know It", REM (1987)

Artigo que fala um pouco da história da banda na década de 1980, destacando a música It´s the end of the world as we know it (and I feel fine) lançada no último disco da banda pela gravadora IRS (Document) em 1987.

Vale a pena ler!!!


Até mais.